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4 sinais de burnout nos colaboradores e o que fazer quando você os perceber

Por Dave Root em 15 de Abril de 2019

A síndrome de burnout é um problema enfrentado por pessoas de empresas de todos os tamanhos. Se não for dada a atenção adequada, esse fenômeno pode gerar alta rotatividade, contaminar a cultura da empresa, impactar negativamente a produtividade e reduzir os lucros. Para lidar com esse efeito, você deve, antes de tudo, reconhecer os sinais e cooperar com os colaboradores para encontrar uma solução. É importante agir proativamente para evitar a síndrome de burnout

Como é possível trabalhar para evitar a síndrome de burnout? Com alguns passos muito simples como:  

● Incentivar um diálogo aberto sobre a carga de trabalho de um colaborador. 
● Oferecer os recursos necessários para os colaboradores realizarem seu trabalho com eficácia.
● Estimular os colaboradores a atuar em ideias ou processos inovadores que gerarão efeitos positivos na empresa.
● Definir papéis e responsabilidades com clareza.
● Permitir certa flexibilidade na rotina de trabalho.
● Agendar pausas durante o dia e incentivar as pessoas a se darem esse tempo. 

A síndrome de burnout pode ocorrer às vezes a despeito de seus esforços para evitá-la. Fique de olho nestes quatro sinais e entre em ação assim que observar qualquer um deles.

1. Aumento do absenteísmo

Quando as pessoas que costumam ser confiáveis começam a faltar no trabalho sem prévio aviso, pode ser um sinal de que algo está errado. Embora possa ser um problema pessoal de um indivíduo, pode ser também um sinal de burnout. O primeiro passo é conversar com essa pessoa sobre essa mudança em seu comportamento. Caso seja realmente um problema pessoal, talvez a empresa possa ajudar de alguma forma. Por outro lado, se essa mudança de comportamento for causada por algo relacionado ao trabalho, a responsabilidade como líder é encontrar uma solução.
Você pode se interessar também por:  Segredos de treinamento e desenvolvimento para mudar comportamentos e gerar  crescimento organizacional

Após identificar o problema, trabalhe em conjunto com o colaborador para criar um plano de ação para aliviar essa sensação de exaustão ou esgotamento. Talvez seja o momento de ajustar as horas de trabalho ou realocar um pouco o volume de tarefas. Caso não seja uma questão funcional e as tarefas já estiverem equiparadas ao tempo disponível, considere desenvolver um plano para estimular accountability e sentimento de propriedade sobre o próprio trabalho. A redução do absenteísmo e o aumento do engajamento são reações naturais quando as pessoas começam a sentir que são responsáveis pelos próprios resultados e entendem que sua contribuição faz a diferença.

2. Queda do engajamento

Quando um profissional que costuma ser proativo e engajado perde um pouco do interesse no trabalho, isso pode ser sinal da chegada do esgotamento. É possível retomar o engajamento dos colaboradores por meio de novos desafios ou com a criação de um programa de coaching, o que poderia dar novo fôlego para seu engajamento e demonstrar que a empresa se preocupa com seu crescimento e desenvolvimento.

Comece conversando sobre os objetivos de carreira desse profissional e trabalhe em conjunto para definir o melhor caminho para chegar lá. Agende reuniões regulares para acompanhar o progresso em cada etapa. Quando os colaboradores que estavam desmotivados encontram um novo motivo para melhorar seu desempenho no trabalho, é muito provável que eles aproveitem a oportunidade.

3. Reações explosivas

Táticas negativas de comunicação como reagir de forma ríspida com colegas, gritar com colaboradores ou ter uma sensibilidade exagerada a críticas podem indicar altos níveis de estresse e evidenciar a chegada do esgotamento ou burnout. Por exemplo: a frustração com um colega sobre a forma como uma tarefa foi realizada pode causar tensões e contribuir para o burnout. É nesse momento que a capacidade de comunicar essa frustração e fazer as mudanças necessárias antes que seja tarde demais serve para incentivar o trabalho em equipes e diminuir as chances de ver seus colaboradores desenvolverem uma síndrome de burnout devido a questões que poderiam ser evitadas.

4. Reclamações sobre gestão do tempo

Se um colaborador estiver reclamando que não tem tempo suficiente para fazer todo o trabalho, talvez seja realmente o caso de um acúmulo de tarefas. Nesse caso, distribua as tarefas desse profissional para outras pessoas da equipe. Entretanto, se você considerar que o volume de trabalho é coerente e mesmo assim o colaborador não conseguir finalizar as tarefas a tempo, é mais provável que seja um problema de gestão do tempo. Sentir que está sobrecarregado no trabalho é um sinal evidente de potencial burnout. Oferecer treinamentos para melhorar as habilidades de gestão do tempo é uma forma de desenvolver colaboradores mais organizados e que conseguem lidar com fatores estressantes. Esse tipo de treinamento ajudará os colaboradores a priorizar melhor suas tarefas, fazer listas mais eficazes e compreender como seu trabalho contribui para os objetivos da empresa como um todo.

Jamais ignore esses sinais ou ache que eles se resolvem sozinhos. Descobrir o fenômeno de burnout em seus estágios iniciais e definir uma estratégia para reduzir o impacto negativo são elementos fundamentais para cortar o mal pela raiz antes que se torne um problema maior. Priorize a conversa com os colaboradores sobre seu comportamento e, sempre que possível, ofereça o treinamento e as ferramentas que ajudarão a solucionar seus problemas.  
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